Garotos que usavam material prejudicial têm entre 13 e 14 anos
 
Ontem, a mãe de um aluno da Escola Estadual Wilson Camargo, uma das mais antigas de Vilhena, instalada na região central da cidade, denunciou o próprio filho, ao encontrar, no celular dele, indícios de que o adolescente de 13 anos estaria consumindo cigarros eletrônicos.
 
Ao receber a informação, a direção do estabelecimento de ensino confirmou que, além do denunciado, outros três menores, com idades entre 13 e 14 anos, também estavam consumindo o produtor, altamente prejudicial à saúde.
 
Após o flagra do grupo, que fumava o cigarro eletrônico no banheiro masculino do colégio, o material foi entregue na Unisp e os responsáveis pelos quatro garotos foram chamados para tomar conhecimento do ocorrido.