Declarações causaram temor e inquietação entre os envolvidos e demais presentes no ambiente escolar
 
Chamada ontem para atender uma ocorrência de ameaça na Escola Wilson Camargo, da rede estadual, instalada na região central de Vilhena, uma guarnição da Polícia Militar se deparou com uma situação preocupante ao chegar ao estabelecimento de ensino.
 
Envolvidas no episódio estavam quatro adolescentes, com idades entre 13 e 15 anos. Três delas se juntaram e ameaçaram surrar a mais nova. O motivo do desentendimento, segundo a própria direção do colégio, seria uma rixa antiga entre as alunas.
 
A menor que liderava o grupo contra a colega teria dito, segundo o depoimento da vítima, que “iria pegá-la no final da aula de qualquer jeito” e que “iria bater nela”. O motivo das ameaças, segundo alegava a acusada, seria o fato de a estudante que seria o alvo do ataque, tê-la chamado de “puta”.
 
Os policiais apuraram que a menina denunciada teria afirmado para a rival, e também para professores, que seria “faccionada” e que “iria pegar todo mundo” na escola. Essas declarações causaram temor e inquietação entre os envolvidos e demais presentes no ambiente escolar.
 
As envolvidas no episódio foram apresentadas na Unisp, onde o Conselho Tutelar acompanhou o registro da ocorrência policial.