Deslocados para a avenida Marechal Rondon para averiguar uma denúncia que dizia haver uma briga com vítima esfaqueada, ao chegarem no local, em frente ao Bar Requinte, os policiais militares encontraram um adolescente de 17 anos, Edione Ribeiro da Costa, vulgo “Buraco”, caído no chão com um ferimento feito por arma branca no abdômen, que deixou suas vísceras expostas.

 

De imediato, os Militares chamaram os Bombeiros, que prestaram os primeiros socorros ainda no local e em seguida levaram a vítima para o Hospital Regional, onde o adolescente foi levado direto para o centro cirúrgico.

 

Segundo uma testemunha, a vítima não teria sido ferida no local onde foi encontrada e sim do outro lado da BR 364, na avenida Celso Mazutti, próximo ao posto Bodanese, e que teria chegado ali correndo e pedindo socorro.

 

A informação foi confirmada pelo rapaz ferido, que disse aos policiais que estava num barracão abandonado nas proximidades do posto Bodanese (segundo os policiais, o local é utilizado por usuários de drogas para consumirem entorpecentes), e que ele estaria lá com mais quatro pessoas. E que essas pessoas eram: Gerson Luiz Queiroz da Rosa, 23 anos, vulgo “Monstrinho”; Vilson da Silva Pereira de 21 anos; Ademilson Pereira dos Santos, o “Neguinho”, 19 anos e um adolescente de 17 anos.

 

Edione narrou que houve um desentendimento entre eles devido a um celular que ele teria pegado com Neguinho e o teria trocado por drogas. Esse fato gerou, segundo a vítima, uma discussão que culminou com Monstrinho desferindo um golpe de faca no abdome de Edione.

 

De posse dessas informações, os policiais saíram à procura das pessoas acusadas pela vítima de envolvimento com o crime praticado contra sua vida e conseguiram localizar todos os envolvidos.

 

O rapaz conhecido como Monstrinho confessou ter sido ele o autor do golpe que deixou Edione com as vísceras expostas e mostrou aos policiais onde havia se livrado da faca, atrás do posto Bodanese.

 

Diante das informações e dos fatos, foi dada voz de prisão aos quatro envolvidos que foram levados para a Delegacia de Polícia Civil.