Mulher de 45 anos acordou com o homem beijando sua boca e com ambas as mãos por baixo de sua blusa
 
O FOLHA DO SUL ON LINE acaba de ter acesso a um episódio chocante, registrado ontem, e que levou uma guarnição da Polícia Militar até o Hospital Regional de Vilhena, onde havia relatos de que uma mulher tinha sido vítima de abuso sexual.
 
A vítima das investidas é uma mulher de 45 anos, que trabalha em uma empresa que presta serviços ao hospital, e que estava em seu horário de descanso, dormindo em um dos bancos da capela. Aquele espaço é destinado ao repouso dos funcionários.
 
Segundo o relato da denunciante, quando ela acordou, deu de cara com um venezuelano de 51 anos, também terceirizado da unidade, onde trabalha na função de serviços gerais. Ele havia se debruçado sobre a colega e, sem o consentimento dela estava beijando sua boca e com ambas as mãos por baixo de sua blusa, tocando a região de sua barriga.
 
A reação da vítima foi gritar com o abusador, dizendo que contaria ao marido sobre o ataque sexual, momento em que o autor das investidas não consentidas sinalizou para que ela não o denunciasse. Abalada emocionalmente, a trabalhadora relatou o ocorrido à diretora administrativa do HR, que por sua vez mobilizou a Polícia Militar.
 
Considerando que o ato libidinoso ocorreu sem o consentimento da vítima, enquanto esta se encontrava em estado de vulnerabilidade por estar dormindo, havendo a prática de beijos e contato corporal íntimo, sendo a mulher surpreendida durante os atos, foi dada voz de prisão ao acusado.
 
Ele foi enquadrado pelo crime de estupro de vulnerável, conduzido e apresentado na UNISP, em condições físicas normais, juntamente com a vítima, para as providências cabíveis.
 
O QUE DIZ A CHAVANTES
De acordo com a assessoria da Santa Casa de Chavantes, responsável pela gestão do hospital, o acusado será demitido já na segunda-feira, 9, por justa causa, considerando a gravidade de sua conduta.
 
A entidade acompanhou a denunciante na Unisp, onde ela registrou um Boletim de Ocorrência. Ela será mantida no emprego e receberá apoio psicológico da Chavantes, que reafirmou: não concorda e pune esse tipo de atitude, que eventualmente seja praticada por qualquer um de seus colaboradores, .