Menino de 6 anos de idade, que é autista, já chegou a testemunhar as brigas do casal
Ontem, após receber denúncia feita através do WhatsApp por uma mulher de 45 anos, que dizia estar sendo vítima de violência doméstica, a Polícia Militar enviou uma equipe até a casa dela no bairro Cristo Rei, em Vilhena.
No local, a denunciante contou aos militares que, como o casamento estava em crise, inclusive com agressões e insultos, havia decidido se separar, mas o marido não aceitava, e se recusava a deixar a casa que tinha sido adquirida por ela.
Na data dos fatos, o homem passou o dia inteiro fora de casa e, à noite, o casal se envolveu em mais uma discussão. Nesse momento, quando a vítima manifestou sua intenção de encerrar o relacionamento, o companheiro, já exaltado, passou a xingá-la.
Ao ser informada pela vítima de que acionaria a polícia, o homem teria respondido que ela poderia chamar “quem fosse”, pois não sairia do local, passando, em seguida, a ameaçá-la, proferindo a seguinte frase: “de hoje você não passa e, se eu for preso, te mato”.
Diante da situação, os policiais deram voz de prisão ao acusado, que foi apresentado na Unisp. Ali, o histórico de violência dele foi analisado, revelando outras agressões. Também foi constatado que ele fazia sexo com a companheira sem o consentimento dela.
O filho menor da vítima, um menino de 6 anos de idade, que é autista e já chegou a testemunhar as brigas do casal, permaneceu no local sob os cuidados de seu irmão maior, de 22. Ambos filhos da vítima são oriundos de relacionamento anterior, sendo enteados do agressor.
Autor:
Da redação
Fonte:
Folha do Sul
Publicado em 10 de Janeiro de 2026, às 08:58